
Solidão III
Ofertei-lhe com lagrimas e soluços o meu amor
Doce desejo que agora é abandonado
O céu se fecha, o sol se esconde.
O mar se agita mesmo quando o vento some
O tempo faz questão de proibir que eu te esqueça.
Ando nos trilhos e o trem não passa...
A flor não desabrocha, mas se mantem viva
na espera de uma gota de chuva que não cai
Com deleite bebo o vinho, o vinho que me ofertas uma boa noite de sono
Sento-me na varanda em companhia da solidão.
O céu ainda se mantem fechado, e me nega o brilho de uma estrela.
Os assovios dos pássaros são agouro e risos pela nostalgia do momento.
E na varanda adormeço com as mesmas lagrimas e soluços que comecei o fim dessa historia.
Autor: Ney
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