A Cabeça de Um louco totalmente Normal

18 de maio de 2012

Castelos em ruinas

Talvez seja confuso, ou alguém como eu confunda,
Como um raio de sol alcançaria e brilharia no breu que há dentro da gente
Parecendo  simples, sem intenção, carregando a paz e o desejo do lado
Para transformar um simples instante, em eterno, você bendita, ou maldita seja,
Ao mostrar sua existência, mostrou o quanto ela é forte e marcante.
Criou um castelo cheio de sonhos, talvez você já tenha seu castelo destruído, como assim também o meu existe, um castelo em ruinas, uma bela obra de arte em escombros,  ele será contemplado apenas no futuro como história
Mas a rosa que não tem espinho, não seria rosa, tu és como uma flor que tem seu perfume espalhado no ar só pelo fato de existir,
Seja decadente, ou fluente,  ou em fluente decadência sem fim.
Que não se torne real, mas real seria de que maneira? Não tenho a resposta
Mas se tem algo real,
Seria esse meu simples poema que se perde, porque outras muitas palavras podem ser ditas com os olhos.




(Velkan) 18/05/12